Vamos juntos à campa do Maestro,
Rodo, meu irmão, hoje não escapas.
Sei que houve diferenças e até tapas
No afeto de vocês, duro e canhestro.
Mas ele te amava como a mim,
E no fundo se orgulhava da magia
Com que levas esse teu jogo sem fim,
Que provaste ter sua própria melodia...
Vê, aqui podes trair-te pelo olhar,
Que o blefe não vigora neste sítio
Onde as aves e os ventos vem pousar.
E se ao me abaixar para pôr flores
Disfarçares na face um brilho vítreo,
Blefarás ante o maior dos jogadores...
(sem data)
quarta-feira, 31 de março de 2010
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