Estarei contigo, Rodo, até o fim,
Quando afinal despojado da ilusão
Voltares sem teu Aston Martin,
Tendo perdido tua derradeira mão,
Traído pelas cartas que amavas
Mais do que a irmã que te venera,
Pois mantenho a porta sem as travas:
Não precisas chamar a quem te espera.
E pousando tua cabeça de guerreiro
No regaço da rainha renitente
Não necessitarás de outro parceiro
Por um mês, se tanto, quem me dera!
Quem sou para enfrentar tua quimera?
Já começo a destecer daqui pra frente...
(sem data)
domingo, 10 de outubro de 2010
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