Quanto temos, Rodo, pra lembrar!
Nossa rica vida em comunhão...
Sim, pois sabes que devemos encarar
Que foste muito mais que meu irmão.
Nossa antiga e poderosa ligação
Que oculta ou secreta não mais era,
E que sempre produziu a reação
Daqueles de quem Ciúmes se apodera...
Mas agora livres tu te apartas,
O mesmo amor do proibido te levou...
Ficamos sós, cada um a deitar cartas:
Tu a blefares e a vencer teus oponentes,
Eu nesta velha varanda dos poentes
A tirar somente a Dama que sobrou...
(sem data)
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
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